Tags da Internet – 25 perguntas inusitadas

Achei essa tag passeando pelo Google e resolvi fazer. Acho tão difícil responder essas perguntas, porque ser decidida não é meu forte. Vou tentar responder a primeira coisa que vem a minha cabeça. Vamos lá!

1: Com o que você não pode sair de casa sem?

Já começou difícil.  Delineador de olhos, com toda certeza! Sou tão acostumada a usar, que sem eles fico com cara de doente.

2: Marca favorita de maquiagem nacional e internacional? 

Não sou muito viciada em maquiagem, uso o básico, então vai as básicas: Quem Disse Berenice? e M.A.C. 

3: Qual sua flor favorita? 

Ai ó. É o tipo de coisa que me deixa confusa. Amo rosas, amo girassóis. Não consigo decidir. Pode deixar empate?

4: Loja de roupa favorita? 

PRA SEMPRE VINTE UM!!!!!!!!! Forever 21.

5: Perfume favorito? 

Eu era muito viciada no perfume Fantasy, da Britney Spears, mas enjooei completamente. Hoje em dia não uso nenhum!

6: Saltos ou rasteiras? 

Depende da ocasião, né?  Mas a preferência é sempre pelas rasteiras ❤

7: Cor favorita? 

Rosa!

8: Você bebe energético? 

Já bebi muito, hoje em dia passo longe. Eca!

9: Qual seu hidratante favorito? 

Até final do ano passado eu literalmente fugia de creme. Hoje em dia não passo um dia sem e o que eu mais gosto é um Johnson’s verdinho.

10: Você pretende se casar?

SIM! Amanhã, quero muito, maior sonho! Só esperando o “convite”, né Lucas?

11: Você se irrita fácil? 

Infelizmente, sim.

12: Você rói unhas? 

Não!

13: Você já chegou perto da morte? 

Ai credo, acho não! Mas se passei, passei bem né?! Afinal estou aqui!

14: Onde você estava a 3 horas a trás?

No trabalho, esperando minha mãe chegar para me levar para casa!

15: Você esta apaixonada? 

Sim! E há três anos pela mesma pessoa ❤

16: Qual foi a ultima vez q foi ao shopping? 

Fui ontem a noite, comprar meu vestido da colação.

17: Você assistiu algum filme nos últimos 5 dias?

Devo ter assistido, mas minha memória é a pior de todas.

18: O que você esta vestindo agora? 

As roupas mais velhas que eu tenho, isto é, pijama.

19: Última comida que você comeu? 

Acabei de jantar carne de panela com batata assada. NHAMIIIII! E curau de sobremesa! NHAMI!!!!!

20: Qual seu animal favorito? 

Vou ter que ficar no empate triplo entre: cachorros, leões e golfinhos.

21: Quais seriam suas férias dos sonhos? 

As férias dos meus sonhos? Fácil! Nova Iorque com o cartão de crédito sem limites (rs) e sem a conta vir para mim! Isso sim é diversão, baby.

22: Quais seus planos pra hoje a noite? 

Hoje é uma segunda, nada mais justo que dormir! Isso valeria para todos os outros dias da semana também. Dormir >>> outras atividades.

23: O que você está ouvindo agora? 

Justin Timberlake! Matando as saudades do meu marido.

24: Você coleciona alguma coisa? 

Colecionava esmaltes antes, mas agora só sonhos mesmos. UI, que profunda!

25: Você come fastfood? 

Como! Não sempre porque não faço muita questão, mas como sim.

 

É isso! Uau, que difícil! Quem sabe não vou pegando a prática e ficando mais rápida nas respostas. Façam vocês também essa tag e comentem aqui embaixo para eu ver 🙂

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5 COISAS… Que eu odeio

No 5 COISAS de hoje,  falarei um pouco sobre as coisas que eu odeio. Eu sou uma pessoa particularmente muito extrema, então eu praticamente amo da mesma maneira que odeio. Os dois tópicos são bem fáceis para mim.  Os cinco escolhidos da vez foram:
Vento: 
Sabe aquela cena clássica de filme: casal apaixonado, estrada, carro antigo, capô aberto, cabelos ao vento? Essa cena nunca aconteceria, pelo simples fato de que eu ODEIO vento. Vento desmancha cabelo. Vento deixa cabelo na cara. Cabelo na cara dá coceira e entra na boca e gruda no batom. Conclusão: PRA QUE VENTO?
Expectativa de “cabelo ao vento”: 
Vida Real: 

Gente que joga lixo na rua

Espera ai meu amigo, você vai mesmo fazer isso? Eu juro que eu tenho vontade de perguntar isso toda vez que alguém joga lixo na rua. Eu não consigo entender, não faz sentido e mesmo que você escreva um livro com “100 razões para jogar lixo na rua”, eu ainda vou continuar não entendendo e te julgando. ESTOU DE OLHO EM VOCÊ.
 
Janela de carro aberta: 
Essa tem mais a ver com medo do que com ódio. Eu tenho pânico de assalto, literalmente. Sabe aquela pessoa que fica ligada no que está acontecendo em volta o tempo todo? Essa não sou eu. Eu sou a que está HIPER MEGA LIGADA, que só atende celular dentro de lugar fechado e “seguro” e não anda a pé por ai. Eu sou completamente paranóica com isso, sempre fui, mas depois de ser assaltada piorou. Hoje em dia andar de janela aberta me deixa apreensiva, suando frio e tremendo. Então amigos, sejam bonzinhos com a sua coleguinha e fechem as janelinhas quando estiverem me dando carona – eu aceito até morrer de calor. Obrigada!
Ar condicionado  
 Eu o-d-e-i-o frio. Não suporto, odeio, passaria sem, aonde deleta?! Inverno me deixa triste, sem vontade de me mexer e obviamente gelada; E ai inventam uma maquininha que FAZ FRIO. VOCÊ SÓ PODE ESTAR ZUANDO COMIGO. Ar condicionado me faz tossir, espirrar, ter dor de cabeça e – ah vá – passar frio.
Gente que deixa a tampa da privada aberta
Eu não sou fresca, juro. Eu tenho as minhas manias de limpeza, mas nada que passe do normal. Todo mundo odeia banheiro sujo, não faz xixi sentada em lugares públicos (se você é menina né, porque meu Deus, como eu queria ser menino nessas horas), lavo a mão direitinho. Nada fora do comum. Mas se tem uma coisa que eu acho NOJENTA é tampa da privada aberta. Por dois motivos:
1 – A tampa aberta deixa sair cheiro, mesmo que você tenha dado descarga direitinho. Ainda fica cheiro vindo de dentro da privada. Isto é: nojo.
2 – Se você deixou a tampa da privada aberta, isso só pode significar uma coisa: VOCÊ DEU DESCARGA COM A TAMPA ABERTA, E CARA, ISSO É NOJENTO DEMAIS. E eu juro que isso não é frescurite minha não, realmente não é bom dar descarga com a tampa aberta porque você espalha o material fecal pelo ar. Agora pensa na sua escova de dente. SIM. EXATO. Pense nisso para as próximas idas ao banheiro!
É isso minha gente, se você também odeia alguma coisa que eu odeio, comente aqui embaixo! Quem sabe a gente não pode compartilhar nosso ódio e montar um clube? AINDA MAIS SE FOR PARA DESAPARECER COM TODOS OS AR CONDICIONADOS DESSE PAÍS.

 

Trocaria minha mãe por um pedaço de pizza

Manchete chamativa atrai os olhos e chama leitor para ler. Mas não, eu não trocaria minha mãe por um pedaço de pizza, mas trocaria várias outras coisas.

A questão é que eu gosto de comer. E gosto mesmo! Sou aquele tipo de pessoa que quando come, sorri e acha que o mundo realmente tem solução (tenho essa mesma relação com fazer compras).

Não sou seletiva com comida e acho engraçado quando alguém me diz “não gosto de queijo”. Espera ai, você não gosta do que?????????

Eu gosto de tudo que é bom e que cheira bem. Verduras, frutas, massas, carboidratos, tudo. Mas assim como qualquer coisa na vida, a gente tem preferências e se eu pudesse defender uma causa, seria: MASSAS E CHOCOLATES. Meu Deus do céu, o que é essa maravilha inventada pelos deuses, chamada macarrão, pizza e brigadeiro. Eu não sei vocês, mas não há coisa melhor do que almoçar um belo prato de macarrão com molho branco e comer um delicioso brigadeiro. Não consigo explicar o sentimento, espero que vocês estejam sentindo a mesma sensação que eu ao pensar em brigadeiro. Vou parar porque estou sofrendo.

A ideia desse texto não é falar de pizza, brigadeiro e afins – infelizmente  – e sim sobre comer até não poder mais e não poder mais de fato.  Eu nunca tive nenhum discernimento sobre comer e sempre comi o que eu queria, na quantidade que eu queria.  E para completar essa vida sem limites, eu nunca fiz nenhum tipo de exercício físico. Acontece que agora estou com 21 anos, 47 kg e estou sentindo o peso disso.

Apesar desse meu peso de passarinho, eu venho sentindo que as coisas não estão mais iguais antes. Eu como exatamente igual sempre comi e sinto que não cai tão bem. Estou sempre com dor nas costas, cansada, com sono. O que é isso minha gente? Podem gritar! Sim, é a vida sedentária dando um hello. Não é que eu venho comendo mal todo esse tempo, mas a junção alimentação desequilibrada + falta de exercício físico, finalmente deram as caras.

E então o que você deve estar pensando? Ai, com todo certeza esse texto é sobre uma história de superação, de como ela foi atrás dos seus objetivos, e passou a comer melhor e a fazer exercícios físicos. Se essa foi sua resposta, você está enganadíssimo. Eu não sai do lugar. Continuo olhando no espelho e odiando o que vejo. Continuo sentindo dor no pescoço e sentindo sono o tempo todo. E o que foi que eu fiz? Nada, nadica, nadinha mesmo.

Já fiz várias metas para comer melhor. Comprei tapioca,  fiz suco verde, tentei cortar os doces (pela metade, pelo menos) e ai cheguei em um empasse: Nada disso adianta sem exercícios. E desde então estou me programando para procurar uma academia, mas a pessoa aqui não consegue. Hoje preciso fazer a unha. Hoje preciso dormir. Hoje vou ter que ver um programa imperdível. Hoje tenho que lavar a louça. Hoje preciso conversar com o meu cachorro – não tenho cachorro – são inúmeras e infinitas as desculpas e eu não consigo sair do lugar. E assim caminha a minha jornada por uma vida mais saudável com a bunda sentada no sofá.

Conclusão: eu não trocaria minha mãe por um pedaço de pizza, mas com certeza trocaria a academia por um pedaço de pizza, um balde de pipoca, um pedaço de lasanha, uma barra de chocolate, um copo de leite, uma bala (…).

….

Sobre ter encontrado minha infância debaixo do carro

Não, essa não é mais uma metáfora para “vi minha infância passando pelos meus olhos, de repente já era adulta e as responsabilidades e a maturidade e a vida e o drama e foi como se ela tivesse sido esmagada por um carro”. Eu literalmente vi minha infância passando debaixo de um carro.

O que acontece é que eu sempre fui uma criança muito sozinha. Não sozinha tipo aquela criança-esquisita-excluída pelos amiguinhos na escola (não que eu não fosse esquisita, mas de qualquer forma), mas pelo fato de que eu sempre gostei de brincar sozinha. E a minha brincadeira favorita, de longe, eram as Barbies. Eu gostava de inventar histórias para elas, com começo, meio e fim. O que acabava sempre me afastando das brincadeiras das outras crianças.

“Ai agora ele beija ela e eles casam” – NÃO. Tudo tem sem tempo, tudo tem seu dia certo para acontecer, segura ai amore.

Eu odiava que as coisas aconteciam fora de hora nas brincadeiras, por que para mim, elas já tinham script. E eu era boa, juro, as histórias podiam até virar novela da Globo – que aliás vivem me ligando, desesperados. Para de me ligar GLOBO, não sou obrigada. E foi dai que veio a ideia de fazer audiovisual. Dica da tia: nem tudo que você GOSTA de fazer, é o que você deve fazer como profissão; tem coisas que só servem como hobbies mesmo. Mas esse drama é para outra história.

Basicamente o que eu venho dizendo até agora é: eu era uma criança metódica. Mas até ai tudo bem, por que eu me virava sozinha e adorava minhas brincadeiras. E meus interesses iam além das Barbies. Eu adorava Polly, jogos de tabuleiro (esses eu não podia controlar, droga), falar sozinha – sim gente, falar sozinha é normal, parem de mentir para vocês mesmos – e também amava bichinhos de pelúcia. Mini metódica que era, meus bichinhos de pelúcia tinham RG com nome, sobrenome e tudo que tinha direito. Se você nesse ponto me acha louca, continua lendo por que as loucuras já terminaram, prometo!

O Guaraná tinha uma promoção onde você comprava sei lá quantos mil Guaranás e trocava por um bichinhos de pelúcia de animais da Amazônia. Eu sinceramente não lembro como funcionava a promoção, mas cara, quando eu quero uma coisa, eu quero tudo, quero TODOS. E sim, foi ai que comecei a minha pequena coleção dos bichinhos do Guaraná. Mico leão, periquito, tartaruga e capivara. Sim, capivara, a grande protagonista dessa história. Espero que vocês consigam idealizar um amor criança-brinquedo e consigam entender o amor que eu tinha por essa capivara. Eu andava com ela para todos os lados, colocava vestido das minhas bonecas bebês (nunca fui muito fã de bonecas bebês) e éramos felizes juntas. Para ela não tinha script, era o dia a dia comigo mesmo. Minha filha, uma baby capivara – OUN.

Mas o tempo passa, a gente cresce – jurei que não ia ser uma reflexão sobre a vida adulta – e certas coisas ficam “esquecidas” no tempo. Como a minha capivara bebê que aos poucos foi ficando quieta na minha cama, depois no armário e depois na parte mais alta do armário. Até hoje.

Geralmente pego muito transito para ir para casa e hoje como um dia qualquer estava parada esperando os carros da frente andarem. Até que minha mãe diz: “Nossa, por que a pessoa coloca um brinquedo debaixo do carro?”. E sem mais nem menos lá estava ela. “É A LAURINHA!!!!!!!!!”. Sim, minha capivara bebê. Não literalmente a minha, mas igualzinha, pendurada na parte de baixo do carro, sendo arrastada e pegando sujeira. Sinceramente moço do Gol vermelho, eu não te conheço, mas está aí algo a NÃO se fazer. Não pendure brinquedos para fora do seu carro, porque além de parecer meio cruel, me parece um tanto quanto perigoso (e idiota também, convenhamos).

O mais engraçado dessa história toda é que quando gritei “É a Laurinha!”, minha mãe simplesmente disse “Sim! Você gostava tanto dela!”. E eu fiquei feliz porque ela pode estar guardada no meu armário, sozinha – ou não, sempre acreditei fielmente em Toy Story – ela nunca foi de fato esquecida. É sempre bom lembrar das coisas que um dia nos fizeram bem. Então sim, eu literalmente encontrei minha infância debaixo do carro, e não essa não é uma metáfora da vida adulta – prometi que não faria e não fiz!

Fica que vai ter bolo!

Olá mundo! (Disse o wordpress)

Depois de tanto tempo planejando, finalmente criei um blog. Um espaço para falar das coisas que eu gosto e também – principalmente – das besteiras que passam dentro da minha cabeça. Sentimentos, loucuras, desejos e vontades.

Se você gosta de ouvir – opa, ler – histórias sem sentido, pensamentos jogados e ideias sem pé nem cabeça, esse é o seu lugar! Venha dividir comigo suas opiniões e suas loucuras também. Juro que não mordo =)

Espero que gostem, é feito com muito carinho.

XoXo,

(brincadeira)

Gabriela Serra.